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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Björk - Pagan Poetry Live

Há tanto tempo que não ouvia Björk... Acho que é por fases. Leva-me a um lugar qualquer... Uma sensação... Tenho estado um pouco estranha, hj e ontem... Sem razão nenhuma. E é uma sensação já "desfamiliar" há muito tempo... De qualquer maneira há qualquer coisa que ressoa com esta música...

sábado, 19 de julho de 2008

Exposição Leonardo da Vinci

Como voces sabem, estive durante cerca de 2 meses e meio a trabalhar como monitora numa exposição que passou recentemente por Lisboa - a exposição Leonardo da Vinci, o Génio.
A verdade é que esta exposição é desconhecida para muita gente, talvez pelo mau trabalho da empresa que esteve encarregue da sua divulgação, montagem e preparação. Em relação a esta empresa, a Grafinvest, tenho a dizer que foi a pior empresa para a qual já trabalhei. Para além do seu mau trabalho a nível da divulgação da exposição, outras coisas correram mal.
Quando ouvi falar da exposição, e surgiu a oportunidade de ir trabalhar lá, fiquei bastante contente e entusiasmada. Apesar de ter seguido a área científica, também a arte me atrai, e portanto trabalhar numa exposição sobre um verdadeiro génio em ambas estas vertentes, ter a possibilidade de vir a conhecer mais sobre ele, e também a dar a conhecer às outras pessoas a sua vida e a sua obra, pareceu-me a mim uma experiência bastante entusiasmante e fascinante. Estava bastante ansiosa e contente por ter sido escolhida para trabalhar lá. Rapidamente o caso mudou de figura... Com o passar do tempo fui perdendo completamente o interesse, e se não fora pelo excelente companheirismo dos meus colegas, agora amigos, que lá fiz, provavelmente não teria durado tanto tempo lá. Era notória a dedicação da maioria deles (com umas pequenas excepções) à exposição e às pessoas que a visitavam. O seu maior objectivo era, verdadeiramente, fazer com que a visita à exposição fosse uma óptima experiência para todos quantos a visitássem. Pena foi que esse não fosse claramente o objectivo da Grafinvest... Ao longo do tempo que lá passei, a minha idílica ideia inicial, de que o objectivo da exposição era, principalmente, propiciar uma visita cultural, divertida e entusiasmante aos seus visitantes, rapidamente foi substituída pela realidade: que o grande objectivo, senão o único, era fazer rios de dinheiro, sem no entanto terem que se preocupar muito em fazer com que fosse a melhor experiência para os visitantes. Várias coisas me levam a dizer isto, a pouca dedicação à divulgação (pelo menos um dos promotores/patrocinadores teria sido extremamente importante neste papel, e faria concerteza com que o número de visitantes aumentasse exponencialmente, bem como a própria câmara, se a pouca publicidade que surgiu tivesse surgido mais cedo, mas acho que a Grafinvest não se preocupou verdadeiramente com isto...), a pouca dedicação à exposição, e a pouca "dedicação" aos seus monitores...
Da primeira não vale a pena falar mais. Deve-se unicamente à sua incompetência. A segunda e a terceira já são, a meus olhos, mais preocupantes. Para mim, uma empresa que simplesmente não se importa com os seus clientes, com a sua satisfação com o seu serviço, é simplesmente idiota e rapidamente cria um mau nome... Era notória esta indiferença... Duas das placas identificadoras de dois dos quadros estiveram trocadas durante semanas (mesmo depois de um dos monitores avisar do facto) e quando as máquinas se estragavam a solução, supostamente temporária, mas neste caso definitiva, era colar uma das etiquetas que pediam para não mexer, ao invés de chamar alguém para a consertar... De facto, um destes casos, francamente notóri para quem olhasse com atenção, manteve-se assom durante metade da exposição... Serão isto formas de demonstrar o seu interesse pelas pessoas? Não me parece... Haverá concerteza outros (muitos) indícios, mas a memória falha-me. As próprias atitudes da pessoa que representava a Grafinvest na exposição demonstraram o que digo: só o dinheiro interessava. Em relação ao respeito demosntrado pela empresa pelos seus monitores, este foi simplesmente inexistente. Tratados como se fossemos imbecis e, sem nenhuma excepção durante oo meses que lá trabalhámos, recebemos os pagamentos mensais sempre atrasados, de alguns dias a semanas, sendo que (caso mais revelador da completa falta de respeito pelos trabalhadores) as pessoas que continuaram lá até ao final da exposição (que não foi o meu caso) ainda não receberam o pagamento do último mês! Pior! Foi-lhes assegurado que, uma vez que a exposição terminou a 22 de Junho, iriam receber antes desse mês terminar, que tinha de ser assim porque a empresa tinha de fechar as contas do mês e blábláblá uma patranha qualquer... Estamos a mais de meio de Julho, e ainda não receberam... Passado quase um mês desde o final da exposição... Nem tenho palavras...

P.S.- Soube hoje que as pessoas que trabalharam na exposição durante o mês de Junho ainda não receberam. Estamos a 1 de Agosto...

P.S.2- 30 de Setembro, ainda sem receber...

domingo, 29 de junho de 2008

Motas, férias, Outono

Apetece-me

Apetece-me agora usar estas três palavras num post. Estas três palavras que são as palavras que eles dão como exemplo para etiquetas. Que coisa engraçada, vamos juntar três palavras que em princípio não têm nada a ver com nada... Mas a verdade é que têm, e a verdade é que tive de vir aqui visitar outros blogs para me (re)lembrar que já não escrevo há séculos. A minha secura de palavras por vezes entristece-me.. O sufoco que é interior... Mas não posso visitar-te sempre, meu suave retiro. Dás-me, eu não te posso tirar. Finalmente compreendi(-te). Não te quero invadir. És precioso para mim, como aquela gota na ponta da folha que não cai. Estou sempre à espera que ela caia, mas a sua perfeição é tanta (tanta!) que a possibilidade de isso acontecer me traz uma tristeza ao peito. Por isso tenho cuidado com ela, sonho com ela, só a vou visitar de vez em quando, o resto do tempo dedico a protege-la, do vento, da chuva, da demasiada proximidade... É o meu tesouro, não sei que faria se o perdesse... Talvez vivesse a vida daquela maneira que receio. Não o quero... Quero sentir o Outono como o sinto, quero ver cores em pormenores, quero sorrir e chorar com coisas que os outros não compreendem. Isso faz-me sentir bem, nem sei bem porquê. Fico triste por ver que este algo é deixado de lado por tantos... Mas gosto também que seja algo só meu. É uma antitese, esquisito... Vem tudo do mesmo sítio. Eu falo dele como um sitio único, mas talvez devesse vê-lo antes como uma rede que me percorre o corpo todo, ligando todas as pequenas partes de mim, os vários locais... És tu a minha estrutura. Não te quero corroer... Tenho de te cuidar

E agora reparo que só usei uma das palavras... É assim, começamos com uma ideia, um caminho, mas por vezes quando olhamos para trás já estamos num outro lado qualquer, e algumas ideias iniciais vão-se perdendo... ou transformando em outras coisas...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

A boleia

Um amigo que é um gozão sério levou-me a passear à beira mar.
Agachou, sentou e falou:
Uma amiga que é uma relaxada preocupada passou por mim e aí ficou.
Ela olhou, achou e concordou


Senhor filósofo, sei o que dizes, é parecido com o que eu digo :)
Sinto-te perto como tu a mim ;)

quarta-feira, 5 de março de 2008

A rede

Uau!
Está tudo ligado! :)

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Sensação estranha...

A vida estranha de quem está cá todos os dias (ou não está nenhum).
Parece-me estranho esta maneira de sentir, hoje, ontem e amanhã. Esta maneira que perdura, há séculos e há segundos. Quero dizer, sabe a séculos e a segundos ao mesmo tempo. Não sei se com todos, mas a mim parece-me que passo mais tempo nesta maneira de sentir do que em qualquer outra. Já não me lembro de quando não me senti assim... Não faço nada com aquele sentimento de que estou a fazer alguma coisa, mas antes com a falta do sentimento de que estou a fazer alguma coisa... Que maluquice... Quero dizer, eu estou a fazer coisas, e sei que as faço, mas não "sinto" que as faço. Não é que ande deprimida nem nada disso. Não ando. Mas aquilo que me apaixona nas coisas que faço, e as coisas que me apaixonam verdadeiramente e que implicam uma decisão da minha parte para serem feitas, não as faço. Não as faço há muito tempo, e tenho saudades de as fazer...

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Nightwish

Sleeping Sun



Sleeping Sun (old sound, new video)



Amaranth



Nemo



Tired of Being Alone - Tarja Turunen (Ex-vocalista dos Nightwish)