She dwelled in her pain, time and again. Sometimes she felt that was the only real thing in her life. The pain endures, said one of the voices in her mind. Had she the will to see it any other way? Sometimes she did.
She looks at the outside world like someone who sees a diferent reality. With a mist of curiosity and a somewhat disbelief...
Others perceive her as an odd person, a little bit distant in her approach to everybody else. Not quite as a rude or sad person, just ... a little distant.
That's because she's very good at keeping her to herself.
sábado, 3 de abril de 2010
She
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Há qualquer coisa de errado
Devo acreditar sempre que todos temos o Bom e o Mau?
Porque é que só vejo o Mau em ti? O teu Mau é tanto, tanto que parece que todo o Bom que pudesses ter (e que não vejo mais) se torna tão fino e transparente, não existe de todo.
Quando te aproximas, tudo se torna pior. Aquilo em que tocas estraga-se. Consumido pela podridão. Tens o dom de trazer a podridão àquilo em que tocas, como Midas tinha o condão de tornar em Ouro aquilo em que tocava. A maldição dele era mais escondida que a tua. A tua é-me tão visível, tão saliente agora, mas ainda assim tão invisível para alguns...
É tão injusto! És tão injusto! Com as tuas palavras de falso arrependimento, as tuas mentiras, mais agradáveis de ouvir para alguns do que as verdades, a tua dor imaginada, criada, desonesta...
Matas o que tocas.
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domingo, 18 de outubro de 2009
Pensamento solto
Todas as vozes que me acompanham têm o seu lugar, o seu papel. Na sua esquizofrenia sincronizada formam o que sou, quem eu sou. Se uma se eleva mais alto, e esconde as outras, perde-se o equilíbrio alcançado anteriormente, aquele equilíbrio desequilibrado, instável. Será possível alguma vez atingir um equilíbrio eterno? Ou a sua beleza está precisamente na sua “inalcanssibilidade”? As vozes acompanham-me. Todas elas têm algo a dizer, algo a dizer… Algumas não querem ouvir as outras, algumas são tão inconspícuas que nem sei que existem. Quero conhecê-las. Faz-me espécie tê-las a indicar-me caminhos, a reagirem impulsivamente às situações sem que eu saiba quem são. Poderei conhecê-las a todas? Quererei mesmo? Parte de mim não quer… É difícil, tenho de me tornar vulnerável para isso e isso não agrada a uma parte muito forte em mim. Tento combatê-lo e não tento combatê-lo ao mesmo tempo. Dirijo-me para lá e fujo ao mesmo tempo. Estou cada vez mais consciente do que faço e quase alcanço melhor o porquê de o fazer… Mas como os grãos de areia, a sua plenitude escapa-me entre os dedos…
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domingo, 11 de outubro de 2009
Empire of the Sun - Real lyrics
Conhecem estas músicas? (Fantásticas by the way...)
Aposto que não conhecem as verdadeiras letras delas! :P
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domingo, 23 de agosto de 2009
Björk - Bachelorette
Adoro esta música :)
A qualidade do video não é a melhor, mas continua a ser espectacular! ;)
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sábado, 22 de agosto de 2009
Pensamento
Porque é que nos irrita tanto que os outros “falhem”?
Para quem dá bastante valor a determinadas coisas, à moral das coisas, ou ao “bem” se quisermos, é usual ficar irritado com certas atitudes praticadas por outros. Para uns é insuportável assistir a atitudes egoístas da parte de outros, para outros é a indiferença que dilacera, para outros é a idiotice gratuita, e por aí fora.
Na verdade, o que é mesmo que irrita em todas estas coisas? Se formos lógicos com a coisa, por que é que nos haveríamos de importar se A, B ou C é a pessoa mais estúpida e idiota do mundo? Claro que há ocasiões em que essa estupidez afecta outros, ou mesmo a nós próprios. Nesses casos, é mais compreensível que nos irrite a injustiça. Mas mesmo assim, porque é que nos há-de irritar essa injustiça? De uma maneira fria e racional, tudo isto nos poderia passar ao lado, tornado pouco importante. Mas falando por mim, há uma carga muito forte e profunda na minha “não aceitação” e “irritação extrema” com estas situações.
Nunca dediquei uma atenção profunda ao que poderia explicar esta minha profunda antipatia por estas atitudes. E quando digo estas, é porque de repente não me lembro de mais nenhumas, pois há inúmeras situações e atitudes que me causam tanta repulsa como estas que indico. E porquê, pergunto eu? Do pouco que já pensei sobre o assunto, penso que uma grande parte se poderá dever à noção de “desperdício humano”. Explicando a coisa: a evolução constante e melhoria contínua é algo bastante importante e enraizado em mim. Então, se há coisa que abomine, é ver que alguém, ou algo, está a desperdiçar completamente algum potencial que tenha (esse alguém até posso ser eu própria, como muitas vezes acontece). Isto irrita-me principalmente quando é notório que este desperdício e falta de perseverança e esforço se deve simplesmente ao facto de ser difícil fazê-lo. Claro que é difícil! Mas muitas vezes o melhor caminho (no meu entender) é exactamente o mais difícil!
Causa-me tanto desgosto pensar, seja em que escala for, no completo desperdício de tudo nestas situações… Podemos imaginá-lo tanto a uma escala pequena como enorme! (sendo que, como em tudo, a escala de cada um é diferente da do próximo) Podemos pensá-lo também desde a escala individual, se pensarmos no tanto que um indivíduo em particular poderia já ter alcançado (e isto vai desde as coisas mais “palpáveis”, como o sucesso de determinada pessoa em seja o que for, até às coisas mais difíceis de outros verem, como o são as coisas interiores, e nem por isso menos importantes) como a uma escala global, se pensarmos na raça humana como um todo. Imaginem só, a uma escala global, onde poderíamos estar agora! Tanto, tanto potencial desperdiçado… Pensem bem, não vos dá uma pena imensa?
P.S.- Tentando explicar um pouco algumas coisas que digo acima: No meu texto, percebo que a questão passa tanto pelo desperdício individual, como pelo global. Porque digo isto? Pois uma pessoa poderia só se preocupar com a sua própria evolução, o seu próprio caminho, mas para mim, uma preocupação a esse nível passa automaticamente (em alguma fase desse caminho) para uma fase de preocupação “global” também. Ou seja, como uma espécie de preocupação “organismal”, digamos assim… Algo “universal”, se quisermos. Fazemos todos parte desse “organismo global”, que somos todos, ou que “é” todos nós. Como podemos preocupar-nos connosco sem nos preocuparmos com o nosso “organismo”?
Entoada por Chuva de Verão à(s) 14:49 3 melodias
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Para ti, Adomnán
Porque acho apropriado... Se sentires esta música mais ou menos como eu, penso que vais perceber porque a quero dedicar a ti :)
Entoada por Chuva de Verão à(s) 09:01 4 melodias
