In the familiar, dirty city
We walked with our heads down,
unable to laugh in the same way
People hurry past
"Has your dream come true?"
I'm still struggling
I'd rather try living well now than go back to when
I was a kid
Cowardice is being born
I went out to a place where the sun shone
and held out my arms
And thought
Could I cross the sky?
I still can't see any wings to fly with
It's because it's not simple
that I can go on living
Just picking up a wet puppy
Made tears overflow
in a way that was funny
I want to be loved, I just want to be loved
I said,
but you can't just long for something
When I was a kid there were days
when I hurt my mother terribly
I want to
change everything now
I went out to a place where the sun shone and
gripped tightly with my hands
I can smash that place, that time,
and change my life
But there's no way I can tell you
everything that's in my heart
It's because it's not simple
that I can go on living
I go out to a place where the sun shines
and open up a map, but
I know... you know...
You can't help getting lost
I can change my life
All the days that have passed
have made me who I am now
It's because it's not simple that
I can go on living
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Yui - Life
Entoada por Chuva de Verão à(s) 00:02 2 melodias
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Outro lado
Alguma vez se sentiram suspensos num momento? Como se estivessem a meio de um passo e de repente, subitamente, parece que estamos envolvidos por uma espécie de gelatina, um plasma que amortece todos os nossos movimentos... O pé continua a flutuar no ar, preso a meio do seu movimento...
É um pouco também como quando estamos a meio de fazer algo e de repente nos esquecemos do que era... É uma sensação familiar mas de certa maneira "desfamiliar", se é que isso existe... Parece que há uma parte de mim que adormece, e outra que acorda ao mesmo tempo... É esquisito, sinto um entusiasmo vibrante e uma latência ao mesmo tempo, em locais diferentes de mim... Como se estivesse a saborear o mesmo copo de água, mas desta vez por uma boca diferente... É como se uma energia tivesse acordado de novo em mim, uma energia que estava num qualquer reservatório. Sinto-a pulsar em mim, forte, enérgica, disléxica para este Mundo, troca-me as palavras...
Entoada por Chuva de Verão à(s) 22:31 1 melodias
Etiquetas: Texto
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Poets of the Fall - Sleep
Conheci Poets of the Fall através de uma amiga, mas só comecei a ouvir verdadeiramente há pouco tempo. Deixo aqui uma música muito bonita deles, de que gosto muito. Dedico-a à pessoa que me chamou a atenção para ela :) Eu sei que é uma das tuas preferidas :*
Entoada por Chuva de Verão à(s) 23:45 2 melodias
Etiquetas: Musica, Poets of the Fall
Björk - Pagan Poetry Live
Há tanto tempo que não ouvia Björk... Acho que é por fases. Leva-me a um lugar qualquer... Uma sensação... Tenho estado um pouco estranha, hj e ontem... Sem razão nenhuma. E é uma sensação já "desfamiliar" há muito tempo... De qualquer maneira há qualquer coisa que ressoa com esta música...
Entoada por Chuva de Verão à(s) 23:22 2 melodias
sábado, 19 de julho de 2008
Exposição Leonardo da Vinci
Como voces sabem, estive durante cerca de 2 meses e meio a trabalhar como monitora numa exposição que passou recentemente por Lisboa - a exposição Leonardo da Vinci, o Génio.
A verdade é que esta exposição é desconhecida para muita gente, talvez pelo mau trabalho da empresa que esteve encarregue da sua divulgação, montagem e preparação. Em relação a esta empresa, a Grafinvest, tenho a dizer que foi a pior empresa para a qual já trabalhei. Para além do seu mau trabalho a nível da divulgação da exposição, outras coisas correram mal.
Quando ouvi falar da exposição, e surgiu a oportunidade de ir trabalhar lá, fiquei bastante contente e entusiasmada. Apesar de ter seguido a área científica, também a arte me atrai, e portanto trabalhar numa exposição sobre um verdadeiro génio em ambas estas vertentes, ter a possibilidade de vir a conhecer mais sobre ele, e também a dar a conhecer às outras pessoas a sua vida e a sua obra, pareceu-me a mim uma experiência bastante entusiasmante e fascinante. Estava bastante ansiosa e contente por ter sido escolhida para trabalhar lá. Rapidamente o caso mudou de figura... Com o passar do tempo fui perdendo completamente o interesse, e se não fora pelo excelente companheirismo dos meus colegas, agora amigos, que lá fiz, provavelmente não teria durado tanto tempo lá. Era notória a dedicação da maioria deles (com umas pequenas excepções) à exposição e às pessoas que a visitavam. O seu maior objectivo era, verdadeiramente, fazer com que a visita à exposição fosse uma óptima experiência para todos quantos a visitássem. Pena foi que esse não fosse claramente o objectivo da Grafinvest... Ao longo do tempo que lá passei, a minha idílica ideia inicial, de que o objectivo da exposição era, principalmente, propiciar uma visita cultural, divertida e entusiasmante aos seus visitantes, rapidamente foi substituída pela realidade: que o grande objectivo, senão o único, era fazer rios de dinheiro, sem no entanto terem que se preocupar muito em fazer com que fosse a melhor experiência para os visitantes. Várias coisas me levam a dizer isto, a pouca dedicação à divulgação (pelo menos um dos promotores/patrocinadores teria sido extremamente importante neste papel, e faria concerteza com que o número de visitantes aumentasse exponencialmente, bem como a própria câmara, se a pouca publicidade que surgiu tivesse surgido mais cedo, mas acho que a Grafinvest não se preocupou verdadeiramente com isto...), a pouca dedicação à exposição, e a pouca "dedicação" aos seus monitores...
Da primeira não vale a pena falar mais. Deve-se unicamente à sua incompetência. A segunda e a terceira já são, a meus olhos, mais preocupantes. Para mim, uma empresa que simplesmente não se importa com os seus clientes, com a sua satisfação com o seu serviço, é simplesmente idiota e rapidamente cria um mau nome... Era notória esta indiferença... Duas das placas identificadoras de dois dos quadros estiveram trocadas durante semanas (mesmo depois de um dos monitores avisar do facto) e quando as máquinas se estragavam a solução, supostamente temporária, mas neste caso definitiva, era colar uma das etiquetas que pediam para não mexer, ao invés de chamar alguém para a consertar... De facto, um destes casos, francamente notóri para quem olhasse com atenção, manteve-se assom durante metade da exposição... Serão isto formas de demonstrar o seu interesse pelas pessoas? Não me parece... Haverá concerteza outros (muitos) indícios, mas a memória falha-me. As próprias atitudes da pessoa que representava a Grafinvest na exposição demonstraram o que digo: só o dinheiro interessava. Em relação ao respeito demosntrado pela empresa pelos seus monitores, este foi simplesmente inexistente. Tratados como se fossemos imbecis e, sem nenhuma excepção durante oo meses que lá trabalhámos, recebemos os pagamentos mensais sempre atrasados, de alguns dias a semanas, sendo que (caso mais revelador da completa falta de respeito pelos trabalhadores) as pessoas que continuaram lá até ao final da exposição (que não foi o meu caso) ainda não receberam o pagamento do último mês! Pior! Foi-lhes assegurado que, uma vez que a exposição terminou a 22 de Junho, iriam receber antes desse mês terminar, que tinha de ser assim porque a empresa tinha de fechar as contas do mês e blábláblá uma patranha qualquer... Estamos a mais de meio de Julho, e ainda não receberam... Passado quase um mês desde o final da exposição... Nem tenho palavras...
P.S.- Soube hoje que as pessoas que trabalharam na exposição durante o mês de Junho ainda não receberam. Estamos a 1 de Agosto...
P.S.2- 30 de Setembro, ainda sem receber...
Entoada por Chuva de Verão à(s) 12:52 12 melodias
domingo, 29 de junho de 2008
Motas, férias, Outono
Apetece-me
Apetece-me agora usar estas três palavras num post. Estas três palavras que são as palavras que eles dão como exemplo para etiquetas. Que coisa engraçada, vamos juntar três palavras que em princípio não têm nada a ver com nada... Mas a verdade é que têm, e a verdade é que tive de vir aqui visitar outros blogs para me (re)lembrar que já não escrevo há séculos. A minha secura de palavras por vezes entristece-me.. O sufoco que é interior... Mas não posso visitar-te sempre, meu suave retiro. Dás-me, eu não te posso tirar. Finalmente compreendi(-te). Não te quero invadir. És precioso para mim, como aquela gota na ponta da folha que não cai. Estou sempre à espera que ela caia, mas a sua perfeição é tanta (tanta!) que a possibilidade de isso acontecer me traz uma tristeza ao peito. Por isso tenho cuidado com ela, sonho com ela, só a vou visitar de vez em quando, o resto do tempo dedico a protege-la, do vento, da chuva, da demasiada proximidade... É o meu tesouro, não sei que faria se o perdesse... Talvez vivesse a vida daquela maneira que receio. Não o quero... Quero sentir o Outono como o sinto, quero ver cores em pormenores, quero sorrir e chorar com coisas que os outros não compreendem. Isso faz-me sentir bem, nem sei bem porquê. Fico triste por ver que este algo é deixado de lado por tantos... Mas gosto também que seja algo só meu. É uma antitese, esquisito... Vem tudo do mesmo sítio. Eu falo dele como um sitio único, mas talvez devesse vê-lo antes como uma rede que me percorre o corpo todo, ligando todas as pequenas partes de mim, os vários locais... És tu a minha estrutura. Não te quero corroer... Tenho de te cuidar
E agora reparo que só usei uma das palavras... É assim, começamos com uma ideia, um caminho, mas por vezes quando olhamos para trás já estamos num outro lado qualquer, e algumas ideias iniciais vão-se perdendo... ou transformando em outras coisas...
Entoada por Chuva de Verão à(s) 15:23 3 melodias
quarta-feira, 7 de maio de 2008
A boleia
Um amigo que é um gozão sério levou-me a passear à beira mar.
Agachou, sentou e falou:
Uma amiga que é uma relaxada preocupada passou por mim e aí ficou.
Ela olhou, achou e concordou
Senhor filósofo, sei o que dizes, é parecido com o que eu digo :)
Sinto-te perto como tu a mim ;)
Entoada por Chuva de Verão à(s) 22:44 0 melodias
Etiquetas: Texto
